http://goo.gl/NvlKAI | A Universidade de São Paulo (USP) subiu uma posição e agora aparece no "top 10" na nova edição do ranking mundial que avaliou as 100 melhores universidades de países emergentes. A USP está na 10ª posição do Ranking Brics e Economias Emergentes 2014, publicado pela revista britânica "Times Higher Education" (THE), divulgado nesta quarta-feira (3). No ranking do ano passado, a USP estava em 11º lugar.
No ranking mundial geral divulgado em outubro pela THE, o Brasil não teve nenhuma universidade entre as 200 melhores.
O Brasil tem apenas quatro instituições brasileiras entre as cem melhores. As demais instituições brasileiras no ranking são a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que caiu da 24ª para a 27ª posição; a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que passou do 60º para o 61º lugar; e a Universidade Estadual Paulista (Unesp), que caiu dez posições, passando do 87º para o 97ª lugar.
Veja abaixo a lista das 20 melhores universidades de países emergentes:
2º) Universidade Tsinghua - China
3º) Universidade Técnica do Oriente Médio - Turquia
4º) Universidade da Cidade do Cabo - África do Sul
5º) Universidade Moscou Lomonosov - Rússia
6º) Universidade Nacional de Taiwan - Taiwan
7º) Universidade Boğaziçi - Turquia
8º) Universidade Técnica de Istambul - Turquia
9º) Universidade Fudan - China
10º) Universidade de São Paulo (USP) - Brasil
11º) Universidade Nacional Chiao Tung - Taiwan
11º) Universidade de Ciência e Tecnologia da China - China (44 pontos)
13º) Instituto de Engenharia Física de Moscou - Rússia
14º) Universidade de Witwatersrand - África do Sul
15º) Universidade Sabanci - Turquia
16º) Universidade Xangai Jiao Tong - China
17º) Universidade Stellenbosch - África do Sul
18º) Universidade Nacional Tsing Hua - Taiwan
19º) Universidade Bilkent - Turquia
20º) Universidade Nacional Cheng Jung - Taiwan
27º) Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) - Brasil
61º) Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - Brasil
97º) Universidade Estadual Paulista (UNESP) - Brasil
Fonte: Times Higher Education
O ranking foi feito a partir de informações coletadas pelo Projeto Global de Perfis Internacionais da Thomson Reuters em 22 países, entre integrantes do grupo dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e outros países de economia emergente, como Taiwan, Turquia, República Checa, Polônia, Hungria, Colômbia, Chile, México, Marrocos, Tailândia, Paquistão e Emirados Árabes.
O Brasil é o sétimo país em número de instituições que figuram na lista, atrás de China, Taiwan, Índia, Turquia, Rússia e África do Sul. Quatro nações (Egito, Indonésia, Peru e Filipinas) acabaram não participando da lista final, porque nenhuma de suas instituições ficou entre as 100 primeiras.
São 13 indicadores de desempenho que cobrem os cinco aspectos considerados centrais para as universidades modernas: renda proveniente de pesquisa, ambiente de ensino, influência da pesquisa, volume de pesquisa e posição no cenário internacional.
De acordo com Phil Baty, editor do ranking da "THE", o desempenho das universidades brasileiras revela uma estagnação. "Apesar de o programa Ciência sem Fronteiras ter efeitos positivos a longo prazo, é preciso que algo a mais seja feito para que se desenvolva as principais universidades brasileiras. O Brasil tem claramente algumas áreas pendentes de excelência e as suas universidades precisam se libertar de uma burocracia excessiva e centralizada", afirmou.
Fonte: g1.globo.com
No ranking mundial geral divulgado em outubro pela THE, o Brasil não teve nenhuma universidade entre as 200 melhores.
O Brasil tem apenas quatro instituições brasileiras entre as cem melhores. As demais instituições brasileiras no ranking são a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que caiu da 24ª para a 27ª posição; a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que passou do 60º para o 61º lugar; e a Universidade Estadual Paulista (Unesp), que caiu dez posições, passando do 87º para o 97ª lugar.
Veja abaixo a lista das 20 melhores universidades de países emergentes:
RANKING THE - BRICS E ECONOMIAS EMERGENTES
1º) Universidade de Pequim - China2º) Universidade Tsinghua - China
3º) Universidade Técnica do Oriente Médio - Turquia
4º) Universidade da Cidade do Cabo - África do Sul
5º) Universidade Moscou Lomonosov - Rússia
6º) Universidade Nacional de Taiwan - Taiwan
7º) Universidade Boğaziçi - Turquia
8º) Universidade Técnica de Istambul - Turquia
9º) Universidade Fudan - China
10º) Universidade de São Paulo (USP) - Brasil
11º) Universidade Nacional Chiao Tung - Taiwan
11º) Universidade de Ciência e Tecnologia da China - China (44 pontos)
13º) Instituto de Engenharia Física de Moscou - Rússia
14º) Universidade de Witwatersrand - África do Sul
15º) Universidade Sabanci - Turquia
16º) Universidade Xangai Jiao Tong - China
17º) Universidade Stellenbosch - África do Sul
18º) Universidade Nacional Tsing Hua - Taiwan
19º) Universidade Bilkent - Turquia
20º) Universidade Nacional Cheng Jung - Taiwan
27º) Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) - Brasil
61º) Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - Brasil
97º) Universidade Estadual Paulista (UNESP) - Brasil
Fonte: Times Higher Education
O ranking foi feito a partir de informações coletadas pelo Projeto Global de Perfis Internacionais da Thomson Reuters em 22 países, entre integrantes do grupo dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e outros países de economia emergente, como Taiwan, Turquia, República Checa, Polônia, Hungria, Colômbia, Chile, México, Marrocos, Tailândia, Paquistão e Emirados Árabes.
O Brasil é o sétimo país em número de instituições que figuram na lista, atrás de China, Taiwan, Índia, Turquia, Rússia e África do Sul. Quatro nações (Egito, Indonésia, Peru e Filipinas) acabaram não participando da lista final, porque nenhuma de suas instituições ficou entre as 100 primeiras.
São 13 indicadores de desempenho que cobrem os cinco aspectos considerados centrais para as universidades modernas: renda proveniente de pesquisa, ambiente de ensino, influência da pesquisa, volume de pesquisa e posição no cenário internacional.
De acordo com Phil Baty, editor do ranking da "THE", o desempenho das universidades brasileiras revela uma estagnação. "Apesar de o programa Ciência sem Fronteiras ter efeitos positivos a longo prazo, é preciso que algo a mais seja feito para que se desenvolva as principais universidades brasileiras. O Brasil tem claramente algumas áreas pendentes de excelência e as suas universidades precisam se libertar de uma burocracia excessiva e centralizada", afirmou.
Fonte: g1.globo.com