goo.gl/B0nFIZ | Carmen Marín Aguilar (foto abaixo), proprietária do abrigo “Parque Animal” situado em Torremolinos, foi condenada pelo tribunal espanhol pela morte de mais de 2.183 cães e gatos saudáveis.
A dona do abrigo injetava drogas eutanásicas sem sedação e administrava doses inferiores às recomendadas, além de aplicar a injeção no tecido muscular dos animais. De acordo com o jornal The Guardian, a sentença caracterizou os efeitos da medicação como “uma morte lenta e com agonia dolorosa e prolongada”.
Aguilar foi condenada a três anos e nove meses de prisão e multa de 19.800 euros. Felipe Barco Gómez, funcionário e cúmplice do crime, recebeu a pena de um ano de prisão e multa de 3.600 euros. O par negou as acusações.
Os crimes, que ocorreram entre janeiro de 2009 e outubro de 2010, foram descobertos por fiscais que realizavam uma inspeção no abrigo.
O tribunal espanhol de Málaga acredita que Aguilar e Gómez exterminavam os animais objetivando reduzir custos e disponibilizar mais espaço para uma suposta clínica veterinária privada, entre outras atividades lucrativas.
Fonte: The Guardian
A dona do abrigo injetava drogas eutanásicas sem sedação e administrava doses inferiores às recomendadas, além de aplicar a injeção no tecido muscular dos animais. De acordo com o jornal The Guardian, a sentença caracterizou os efeitos da medicação como “uma morte lenta e com agonia dolorosa e prolongada”.
Aguilar foi condenada a três anos e nove meses de prisão e multa de 19.800 euros. Felipe Barco Gómez, funcionário e cúmplice do crime, recebeu a pena de um ano de prisão e multa de 3.600 euros. O par negou as acusações.
Os crimes, que ocorreram entre janeiro de 2009 e outubro de 2010, foram descobertos por fiscais que realizavam uma inspeção no abrigo.
O tribunal espanhol de Málaga acredita que Aguilar e Gómez exterminavam os animais objetivando reduzir custos e disponibilizar mais espaço para uma suposta clínica veterinária privada, entre outras atividades lucrativas.
Fonte: The Guardian